St. António 3 Vilacovense 2
Mantém-se o problema do Vilacovense. A maturidade de alguns jogadores faculta experiência à equipa mas, com o passar dos noventa minutos, retira-lhe gradualmente fôlego, ritmo e capacidade de antecipação. A equipa esteve a ganhar por duas vezes, até que a falta de pernas veio ao de cima, contribuindo para a recuperação do adversário e consequentemente a sua vitória.
Lamentável a atitude anti-desportiva da equipa de St. António do Alva, com o anti-jogo que exibiu, em alturas em que o Vilacovense tentava uma ação de “presing”.
É criticável o sistemático despachar de bola para além das linhas laterais, quebrando intencionalmente o ritmo de jogo e capacidade anímica de jogadores adversários.
Constituição da equipa:
Guarda-redes: Hugo Madeira;
Defesas: João, António Cruz (capitão), Wilson e Marco Oliveira;
Médios: Luís Quaresma (Fábio aos 68 minutos), Sérgio Gaspar, António Pereira, Filipe Tavares e Tiago Fernandes;
Avançado: Eduardo Gírio (Nelson Amaral aos 40 minutos).
Suplentes (não utilizados): Adriano Silva, Kikas e Bruno
Golos do Vilacovense: António Pereira aos 20 minutos e Tiago aos 50.
Treinador: Rui Mota.
O golo da vitória da equipa de St. António do Alva foi marcado ao 8º minuto de compensação. Tantos minutos de compensação, porquê? Para compensar as demoras intencionadas de pôr a bola em jogo? É que nestes casos, em que é percetível o anti-jogo, há medidas disciplinares que devem ser acionadas. Ao que parece o árbitro ter-se-á esquecido dos procedimentos devidos.
Nuno Espinal/Fábio Leitão




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